Arquivo de Dezembro de 2006

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Teoria da Endossimbiose

A Teoria da Endossimbiose, criada por Lynn Margulis, propõe que organelas ou organóides, que compõem as eucélulas tenham surgido como conseqüência de uma associação simbiótica estável entre organismos. Mais especificamente, esta teoria postula que os cloroplastos e as mitocôndrias (organelos celulares) dos organismos eucariontes (com um verdadeiro núcleo celular) têm origem num procarionte autotrófico – provavelmente um antepassado das cianobactéria actuais - que viveu em simbiose dentro de outro organismo, também unicelular, mas provavelmente de maiores dimensões, obtendo assim protecção e fornecendo ao hospedeiro a energia fornecida pela fotossíntese.

A principal implicação da endossimbiogênese é a de que os eucariotas são, de fato, quimeras produzidas pela combinação de diversos genomas de procariontes.

Esta teoria é apoiada por várias similaridades estruturais e genéticas como, por exemplo, o facto dos cloroplastos primários das plantas conterem clorofila b e os das algas vermelhas e glaucophyta conterem ficobilinas. Por outro lado, a análise do genoma de alguns destes organelos mostra a sua origem de outros organismos. Outros tipos de algas possuem cloroplastos que provavelmente têm origem numa endosimbiose secundária (como as actuais zooxantelas simbiontes dos corais) ou por ingestão dum organismo com aqueles organelos.

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Diagram of a human mitochondrion - Diagram of a human mitochondrion

Fonte:
Portal:Evolução
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Quarta, 27 de dezembro de 2006, 08h34

Uma série de estudos liderados pela FDA (órgão regulador de remédios e alimentos nos Estados Unidos) concluiu que o consumo de carne e leite de animais clonados é seguro. Segundo os cientistas do órgão, “a composição da carne e do leite de clones está de acordo com a dos produtos consumidos nos Estados Unidos”.

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Em dois dos estudos, os pesquisadores analisaram o crescimento de animais convencionais e clonados e não viram problemas diferentes nos clones. Também não foram detectados problemas em animais criados em laboratórios criados com alimentos originários de clonagem.

Em relação à carne e ao leite, eles consideraram que não há “diferenças importantes tóxicas e nutricionais” quando se considera o conteúdo de vitaminas, minerais, proteínas, aminoácidos, gorduras, água e carboidrato.

Segundo informações publicadas no jornal Estado de S. Paulo, apesar das conclusões, ainda há resistência por parte da população. Um levantamento feito pela organização Pew Initiative on Food and Biotechnology mostra que 64% dos americanos se sentem desconfortáveis com a clonagem animal e que 43% acreditam que comida de clone não é segura.

Redação Terra

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