admin

Ensino á Distância

Ensino á Distância

Frente aos questionamentos suscitados com a publicação da Resolução CFBio Nº 151, que trata do impedimento de registro para egressos de cursos de Biologia a distância e de formadores de professores leigos, o Sistema CFBio/CRBios vem se manifestar sobre a questão.

Análise realizada pelo Conselho Federal de Biologia (CFBio) em conjunto com todos os Conselhos Regionais (CRBios) relacionada aos cursos a distância (EADs) e de formação de professores, concluiu que os mesmos não atendem às diretrizes e conteúdos considerados imprescindíveis para a formação de um profissional Biólogo para atuar nas áreas de meio ambiente, saúde, biotecnologia e produção, entre outras.

Um ponto que mereceu destaque está relacionado com os conteúdos práticos, em especial com as atividades de laboratório e de campo, consideradas fundamentais para a formação dos profissionais de Biologia. Não há como formar, por exemplo, um Biólogo para atuar na área de meio ambiente, sem ter vivenciado experiências e situações que as atividades laboratoriais e de campo podem oferecer. São nestas atividades que os estudantes têm a oportunidade de discutir e aplicar metodologias e técnicas de amostragem e para identificação, caracterização e manejo dos ecossistemas e da biodiversidade dos diferentes biomas.

Se direcionarmos nosso foco para a atuação do Biólogo em análises laboratoriais, especialmente, nas áreas da saúde, também não conseguimos conceber um profissional que não tenha passado pelas experiências proporcionadas pelas aulas práticas de microscopia, morfologia, fisiologia, bioquímica, parasitologia, genética e várias outras.

Consideramos ser nas atividades laboratoriais e de campo que o estudante vai obter o embasamento necessário para aprofundar seus conhecimentos e definir seu perfil profissional para atuar nas diferentes áreas da biologia – meio ambiente, saúde e biotecnologia. É importante salientar ainda, que estas são espaços de profícua discussão, reflexão e formação do espírito científico e crítico para os estudantes de biologia. Tudo isso sem nos esquecermos das oportunidades de estágios que os cursos presenciais proporcionam aos estudantes, imprescindíveis e indissociáveis à formação do profissional Biólogo.

Ressaltamos que o profissional da Biologia para atuar nas áreas de pesquisa, consultoria e prestação de serviços, emissão de laudos e pareceres tem, necessariamente, que ter currículo efetivamente realizado e ou especialidade na área e, obrigatoriamente, estar registrado no Conselho Regional de Biologia, conforme prevê a Lei 6684, que regulamenta a profissão de Biólogo. Para o exercício das atividades de ensino (professor) de Ciências e Biologia, entretanto, não há esta obrigatoriedade, pela Lei 6684 e nem pelas leis emanadas do MEC.

Consideramos que os cursos de EAD e os de formação de professores leigos são direcionados à formação de professores, e não atendem aos conteúdos e diretrizes exigidas pelo Sistema CFBio/CRBios para o exercício da pesquisa, prestação de serviços, consultoria, realização de análises de material biológico, emissão de laudos e pareceres nas áreas de meio ambiente, saúde e biotecnologia. Fundamentado nestas questões o Plenário do CFBio com o apoio dos CRBios, de forma consciente e responsável, posicionou-se no sentido do não acolhimento dos egressos de cursos EADs e de formação de professores para o exercício das atividades supra-citadas. Tal posição, entretanto, não interfere e nem impede o exercício, pelos egressos dos cursos EADs e de formação de professores leigos, nas atividades de ensino, as quais não se submetem à fiscalização do Sistema CFBio/CRBios.

Finalmente, ressaltamos que os Conselhos de Classe, antes de tudo é um órgão de defesa da sociedade, com deveres constitucionais, sendo os responsáveis pela inserção dos profissionais no mercado, devendo zelar pela qualidade dos serviços por eles prestados. Por isso, ao registrar um profissional e lhe conceder o registro de suas atividades via Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), cada Conselho garante à sociedade um serviço de qualidade, realizado por um profissional devidamente habilitado e qualificado para tal.

No caso em questão, não se trata de uma posição de cunho corporativista ou que quer preservar uma reserva de mercado, trata-se de uma posição que prima pela defesa da profissão, e, mais que isso, pela defesa da sociedade.

Sistema CFBio/CRBios
Junho de 2008

admin

O que é a Dengue

A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida através do mosquito Aedes aegypti, também infectado pelo vírus. Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública de todo o mundo.

Tipos de Dengue
Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.

No Brasil, já foram encontrados da dengue tipo 1, 2 e 3. A dengue de tipo 4 foi identificada apenas na Costa Rica.

Formas de apresentação
A dengue pode se apresentar – clinicamente - de quatro formas diferentes formas: Infecção Inaparente, Dengue Clássica, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome de Choque da Dengue. Dentre eles, destacam-se a Dengue Clássica e a Febre Hemorrágica da Dengue.

- Infecção Inaparente
A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma. A grande maioria das infecções da dengue não apresenta sintomas. Acredita-se que de cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas ficam doentes.

- Dengue Clássica
A Dengue Clássica é uma forma mais leve da doença e semelhante à gripe. Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.

Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.

- Dengue Hemorrágica
A Dengue Hemorrágica é uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto de evolução da doença, surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.

Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

- Síndrome de Choque da Dengue
Esta é a mais séria apresentação da dengue e se caracteriza por uma grande queda ou ausência de pressão arterial. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.

Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

Saiba mais:

- http://www.medicina.ufmg.br/spt/dengue/infoleigos.htm
- http://portal.saude.gov.br/saude/area.cfm?id_area=920

Fonte: http://www.combateadengue.com.br/

Marina Wentzel

O Brasil está fazendo um esforço diplomático, juntamente com Índia, China e México, para pressionar os países industrializados a reconhecer que historicamente eles poluíram mais do que as nações emergentes.

A articulação está em andamento nesta quarta-feira, durante o terceiro dia da conferência que vai definir a versão final da terceira parte do relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU).

Os quatro grandes emergentes querem incluir no texto oficial uma referência atribuindo aos países ricos responsabilidade pelo aquecimento global. Mas ainda não há indícios de que as nações industrializadas vão concordar com esta menção.

“A idéia é situar o fenômeno do aquecimento global em uma perspectiva histórica”, disse um delegado do IPCC sob sigilo à BBC Brasil. Os participantes estão reunidos a portas fechadas e não têm permissão para conversar com a imprensa até a divulgação oficial do documento, na sexta-feira.

“Se o aquecimento global for compreendido como um processo irreversível, é preciso colocar isso em uma perspectiva histórica e quantificar a responsabilidade que cada país tem neste processo”, defendeu o delegado.

O texto faria menção à poluição causada no período anterior a 1974 e destacaria que alguns países industrializados foram responsáveis pelas emissões de carbono nesta época.

Relatório
Delegados e cientistas de mais de 120 países estão reunidos a portas fechadas em Bangcoc, na Tailândia, para redigir um sumário de políticas que serão recomendadas a todos os membros da ONU. O sumário serve de base para o desenvolvimento de políticas domésticas de proteção ao meio ambiente.

O documento de Bangcoc é a terceira parte de um extenso levantamento que estima a extensão do problema do aquecimento global e sugere soluções. O texto que será divulgado na sexta-feira deve abordar maneiras de aliviar os efeitos do aquecimento global e esclarecer os custos e prazos para isso.

A primeira parte do relatório anual foi divulgada em Paris, em janeiro, e concluiu que o fenômeno do aquecimento global é de fato causado pelo homem. A segunda parte abordou os impactos das mudanças climáticas e foi divulgado em Bruxelas, no começo do mês.

Em novembro, os delegados devem se reunir novamente, desta vez em Valência, na Espanha, para compilar as três partes do relatório em um documento final sintetizando as principais conclusões do IPCC.

BBC Brasil

CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA

E-MAIL CIRCULAR CFBio Nº 08/2007

PARA: PRESIDENTES DOS CRBios

ASSUNTO: Por determinação da Senhora Presidente, Dra. Noemy Yamaguishi Tomita, repasso informação recebida do Assessor Jurídico do CFBio, Dr. Gustavo Freire de Arruda, referente a questão das Análises Clínicas, especialmente do Mandado de Segurança do Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso contra o Magnífico Reitor da Universidade Federal de Mato Grosso:

1. Vimos por meio desta comunicar mais um êxito em relação às investidas dos Conselhos Federal e Regionais de Farmácia voltadas aos questionamentos em juízo pertinentes à atuação e especialização dos Biólogos em Análises Clínicas.

2. Em sede do Mandado de Segurança, processo n° 2007.36.00.000006-6, 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Mato Grosso, no qual figura como Impetrante o CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE MATO GROSSO - CRF/MT e como Impetrado o Magnífico Sr. REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, a referida Autarquia pretendia e pretende a impossibilidade de inscrição e participação de Biólogos em curso de pós-graduação promovido pela aludida Universidade Federal na área de Análises Clínicas.

3. O Conselho Federal de Biologia interveio no feito aludido no tópico acima, diga-se, como Assistente da Autoridade Coatora a teor do que determina o artigo 50, CPC, in litteris: “Pendendo uma causa entre duas ou mais pessoas, o terceiro, que tiver interesse jurídico em que a sentença seja favorável a uma delas, poderá intervir no processo para assisti-la.”, sendo certo que o pedido de liminar requerido pelo CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE MATO GROSSO - CRF/MT foi indeferido pelo Exmo. Sr. Juiz Federal da 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Mato Grosso.

4. O Biólogo está capacitado ao exercício das Análises Clínicas e Laboratoriais. A gama de conhecimentos teóricos e práticos detidos pelo Biólogo através de sua grade curricular cursada em nível de graduação e de pós-graduação não será em nenhum momento contrastada por iniciativas infundadas e intempestivas, as quais ao fim e ao cabo não recebem e não receberão guarida do Poder Judiciário.

Cordialmente,

Gilda Kessler Salatino
Secretária Executiva

admin

DNA

ADN (ou à inglesa, DNA) é o acrônimo ácido desoxirribonucléico (desoxirribonucleico, na ortografia africana e europeia). O acrônimo em inglês DNA significa deoxyribonucleic acid.

O DNA é a molécula orgânica que quando transcrita em RNA, tem a capacidade de codificar proteínas. Tem a forma parecida com uma escada espiral cuja disposição dos degraus se dá em quatro partes moleculares diferentes. Esta disposição constitui as chamadas quatro letras do código genético.

O que é DNA? É uma molécula, que reproduz o código genético, é responsável pela transmissão das características hereditárias de cada espécie, quer seja nas plantas, nos animais (incluindo o homem) ou nos microrganismos. A molécula do DNA é formada por fosfato e açúcar e por seqüências de quatro bases nitrogenadas: adenina (A), timina (T), citosina (C) e guanina (G), ligadas por pontes de hidrogênio, formando uma dupla hélice. O DNA de todas as células do corpo humano é equivalente, em comprimento, a 8 mil vezes a distância da Terra à lua.

Presume-se que a Terra ao se formar de poeira e gases interestelares há mais ou menos 4,6 bilhões de anos, no turbilhão que se formava, já continha os elementos que posteriormente seriam a base da vida.

Através dos registros fósseis estudados, alguns cientistas afirmam que a vida se desenvolveu em torno de 4 bilhões de anos atrás nos oceanos primitivos do planeta. Segundo alguns, a complexidade das primeiras formas vivas era muito menor que qualquer organismo unicelular, que pode ser considerado um ser vivo altamente sofisticado em relação àquelas.

Presume-se que em reações das mais diversas, influenciadas pela luz ultravioleta do Sol, relâmpagos, etc, iniciaram as composições de moléculas bastante simples. Estas eram ricas em hidrogénio procedente da atmosfera primitiva.

Ao avançar do tempo, se iniciou um processo que levou aqueles fragmentos primitivos a se combinarem e recombinarem, o que gerou moléculas cada vez mais complexas.

Os oceanos da Terra se assemelhavam a um caldo orgânico porém, ainda não eram vivos. À medida em que a complexidade das moléculas aumentava, começaram a surgir algumas que iniciaram um processo grosseiro de copiarem a si mesmas.

Estas eram provavelmente as primeiras ancestrais do ácido desoxirribonucléico, ou ADN (DNA), molécula principal da vida na Terra.

Histórico

1865 Gregor Mendel publica trabalho sobre experimentos com ervilhas em que propõe as leis da hereditariedade e supõe que as características hereditárias são transmitidas em unidades.

1869 O suíço Friedrich Miescher isola, a partir do pus humano e do esperma do salmão, uma substância com alto teor de fósforo que chama de “nucleína”, posteriormente denominada “ácido desoxirribonucléico” (DNA)

1882 O alemão Walter Flemming descobre corpos com formato de bastão dentro do núcleo das células, que denomina “cromossomos”

1900 O holandês Hugo de Vries , o alemão Carl Correns e o austríaco Erich Tschermak von Seysenegg chegam de forma independente aos resultados de Mendel sobre as leis da hereditariedade

1902 O norte-americano Walter Sutton e o alemão Theodor Boveri dão início à teoria cromossômica da hereditariedade

1909 O dinamarquês Wilhelm Johannsen introduz o termo “gene” para descrever a unidade mendeliana da hereditariedade. Utiliza os termos “genótipo” e “fenótipo” para diferenciar as características genéticas de um indivíduo de sua aparência externa

1915 O norte-americano Thomas Hunt Morgan e outros , publicam o livro “O Mecanismo da Hereditariedade Mendeliana”, no qual relatam experimentos com drosófilas e mostram que os genes estão linearmente dispostos nos cromossomos

1949 O austríaco Erwin Chargaff descobre, nos EUA, uma relação quantitativa entre as bases do DNA: a proporção entre adenina e timina é sempre igual, e o mesmo ocorre entre guanina e citosina

1950 Os norte-americanos Linus Pauling e Robert Corey identificam a estrutura molecular básica de proteínas. Eles propõem uma estrutura para o DNA com três cadeias helicoidais entrelaçadas (o modelo da tripla hélice).

1952 A britânica Rosalind Franklin obtém imagens de DNA , por difração de raios X

1953 O norte-americano James Watson e o britânico Francis Crick decifram, em 7 de março, a estrutura de dupla hélice para o DNA e a publicam na revista “Nature” de 25 de abril. Em 30 de maio, também na “Nature”, Watson e Crick analisam as implicações genéticas de seu modelo e sugerem um mecanismo para a replicação do DNA

1958 Os norte-americanos Matthew Meselson e Franklin Stahl confirmam a hipótese feita por Watson e Crick de que o DNA se replica de maneira semiconservativa.

1972 O norte-americano Paul Berg obtém moléculas de DNA recombinante, unindo DNA de diferentes espécies e inserindo esse DNA híbrido em uma célula hospedeira

1975 Grupos de pesquisa desenvolvem métodos de sequenciamento de DNA.

1976 Criada a primeira companhia de engenharia genética, a Genentech.

1980 A Suprema Corte dos EUA decide que formas de vida alteradas podem ser patenteadas

1982 O primeiro animal (camundongo) transgênico é obtido nos EUA

1983 Companhias nos EUA conseguem obter patentes para plantas geneticamente modificadas É mapeado nos EUA o primeiro gene relacionado a uma doença, um marcador da doença de Huntington encontrado no cromossomo 4.

1985 Alec Jeffreys (Inglês) descreve técnica de identificação que ficou conhecida como “impressão digital” por DNA. Os NIH dos EUA aprovam diretrizes gerais para a realização de experimentos com terapia genética em seres humanos

1986 Plantas de tabaco geneticamente modificadas para se tornarem resistentes a herbicida são testadas em campo pela primeira vez, nos EUA e na França

1988 Nos EUA, Philip Leder e Timothy Stewart obtêm primeira patente para um animal geneticamente modificado, um camundongo .

1989 Criação nos EUA do Instituto Nacional para Pesquisa do Genoma Humano (NHGRI), chefiado por James Watson, para determinar toda a sequência do DNA que compõe os cromossomos humanos

1994 Liberação de tomate, primeiro alimento geneticamente modificado cuja venda é aprovada pela FDA

1995 É obtida a primeira sequência completa de DNA de um organismo de vida livre, a bactéria Hemophilus influenzae

1996 Nascimento da ovelha Dolly primeiro mamífero clonado a partir de uma célula de um animal adulto pelo Instituto Roslin (Escócia) . Mapa genético completo do camundongo

2000 Pesquisadores do consórcio público Projeto Genoma Humano e da empresa privada norte-americana Celera anunciam o rascunho do genoma humano . No Brasil, pesquisadores paulistas anunciam o sequenciamento do genoma da bactéria Xylella fastidiosa, a causadora da doença do amarelinho em cítricos. O artigo foi destacado na capa da revista “Nature”

12 de Fevereiro de 2001 É anunciada a publicação da análise da seqüência do genoma humano.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre (http://pt.wikipedia.org/wiki/DNA)

admin

Teoria da Endossimbiose

A Teoria da Endossimbiose, criada por Lynn Margulis, propõe que organelas ou organóides, que compõem as eucélulas tenham surgido como conseqüência de uma associação simbiótica estável entre organismos. Mais especificamente, esta teoria postula que os cloroplastos e as mitocôndrias (organelos celulares) dos organismos eucariontes (com um verdadeiro núcleo celular) têm origem num procarionte autotrófico – provavelmente um antepassado das cianobactéria actuais - que viveu em simbiose dentro de outro organismo, também unicelular, mas provavelmente de maiores dimensões, obtendo assim protecção e fornecendo ao hospedeiro a energia fornecida pela fotossíntese.

A principal implicação da endossimbiogênese é a de que os eucariotas são, de fato, quimeras produzidas pela combinação de diversos genomas de procariontes.

Esta teoria é apoiada por várias similaridades estruturais e genéticas como, por exemplo, o facto dos cloroplastos primários das plantas conterem clorofila b e os das algas vermelhas e glaucophyta conterem ficobilinas. Por outro lado, a análise do genoma de alguns destes organelos mostra a sua origem de outros organismos. Outros tipos de algas possuem cloroplastos que provavelmente têm origem numa endosimbiose secundária (como as actuais zooxantelas simbiontes dos corais) ou por ingestão dum organismo com aqueles organelos.

Leia o artigo completo

Diagram of a human mitochondrion - Diagram of a human mitochondrion

Fonte:
Portal:Evolução
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Quarta, 27 de dezembro de 2006, 08h34

Uma série de estudos liderados pela FDA (órgão regulador de remédios e alimentos nos Estados Unidos) concluiu que o consumo de carne e leite de animais clonados é seguro. Segundo os cientistas do órgão, “a composição da carne e do leite de clones está de acordo com a dos produtos consumidos nos Estados Unidos”.

» Cientista quer usar clone de cães para curar humanos

Em dois dos estudos, os pesquisadores analisaram o crescimento de animais convencionais e clonados e não viram problemas diferentes nos clones. Também não foram detectados problemas em animais criados em laboratórios criados com alimentos originários de clonagem.

Em relação à carne e ao leite, eles consideraram que não há “diferenças importantes tóxicas e nutricionais” quando se considera o conteúdo de vitaminas, minerais, proteínas, aminoácidos, gorduras, água e carboidrato.

Segundo informações publicadas no jornal Estado de S. Paulo, apesar das conclusões, ainda há resistência por parte da população. Um levantamento feito pela organização Pew Initiative on Food and Biotechnology mostra que 64% dos americanos se sentem desconfortáveis com a clonagem animal e que 43% acreditam que comida de clone não é segura.

Redação Terra

admin

Olá!

Seja bem-vindo ao Bio_Blog do CRBio-2 - Conselho regional de Biologia da 2ª regiaão RJ/ES.

Este blog destina-se a compartilhar o conhecimento entre Biólogos e áreas afins.

Registre-se e participe!